A espera acabou! A novela A Nobreza do Amor (TV Globo) estreou nesta segunda-feira (16) trazendo uma proposta visual e narrativa diferenciada para o horário das seis. Um dos grandes destaques que já chamou a atenção do público logo no primeiro capítulo foi a escolha da música de abertura. A canção “Zumbi”, um ícone de Jorge Ben Jor lançado originalmente em 1974 no álbum “A Tábua de Esmeralda”, embala as imagens da vinheta. A produção optou por uma animação rica em referências culturais negras, simbolizando a travessia e a união entre os dois continentes que norteiam o enredo.
"Eu quer ver êê"!
— Toninho AD (@toninho_ad) March 16, 2026
Música de abertura chiclete + abertura belíssima ✅ Sentindo que vem muito aí! #NobrezaDoAmor
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Curiosidades e os cenários de Batanga e Barro Preto
Criada por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., a história se divide entre o reino fictício de Batanga, na África, e a cidade de Barro Preto, no interior do Rio Grande do Norte. A trama se passa nos anos 1920 e mostra a jornada da princesa Alika, interpretada por Duda Santos, que precisa abandonar sua terra natal após a traição de Jendal. Ao chegar em solo brasileiro, ela conhece o sensível Tonho, personagem de Ronald Sotto, dando início a um romance improvável.
A ambientação musical em Barro Preto ganha vida com uma banda de três músicos, interpretados pelos atores Rafa Durand, Márcio Fonseca e Ivson Rainero, que se apresentam nas festas locais. Além disso, Lázaro Ramos assume o posto de vilão pela primeira vez em uma novela, vivendo o ambicioso primeiro-ministro que persegue a família real.
Mistura de ritmos e grandes nomes da música
A trilha sonora de A Nobreza do Amor, assinada por Eduardo Queiroz, é um espetáculo à parte. O folhetim aposta em regravações exclusivas, como “Os Amantes”, na voz de Chico César, e “Coração”, interpretada por Zé Vaqueiro. O público também poderá ouvir sucessos como “Endoideceu Meu Coração”, com João Gomes, e canções de artistas africanos como o queniano Ayub Ogada e os moçambicanos Lenna Bahule e Otis.
Para a trilha instrumental, foram criadas 92 composições originais que utilizam tambores, marimbas e polirritmias para reforçar a atmosfera de ancestralidade. A equipe de produção também incluiu arranjos inspirados no jazz de Nova Orleans, garantindo uma identidade sonora única que dialoga diretamente com a época em que a história é contada.
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