Na madrugada desta sexta-feira (30), a equipe de Milena se manifestou nas redes sociais após comentários que circularam sobre a participação da sister no BBB 26 (TV Globo). Internautas levantaram especulações sobre um possível diagnóstico de autismo, mas o comunicado oficial tratou de esclarecer a situação.
Segundo a publicação, “diagnóstico não existe” e apenas uma equipe multiprofissional poderia confirmar qualquer condição de saúde. O texto destacou que, apesar das comparações feitas pelo público, Milena está em confinamento e sob pressão, o que pode justificar comportamentos diferentes.
A nota também reforçou que não haveria problema em confirmar caso a sister tivesse o diagnóstico, já que “as vivências das pessoas com TEA são válidas e merecem respeito”. Além disso, os administradores repudiaram comentários ofensivos e lembraram que “psicofobia é crime”.
Leia abaixo a íntegra da nota:
“Desde o começo do programa, estamos recebendo mensagens e comentários acerca de um possível diagnóstico para a Milena, com as pessoas sugestionando que ela se enquadra no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Não haveria nenhum problema em virmos aqui confirmar essa informação, já que as vivências das pessoas com autismo são válidas e merecem ser respeitadas, mas esse diagnóstico não existe.
Entendemos que muitos de vocês possam enxergar traços do Transtorno de Espectro Autista (TEA) nos comportamentos e na personalidade de Milena, mas esclarecermos que ela não tem diagnóstico. É importante lembrar que ela está em um confinamento, sob pressão, convivendo com pessoas diferentes e experenciando coisas que nunca tinha vivido antes – e um diagnóstico preciso só ocorre com equipe multiprofissional e em condições seguras
Todavia, também entendemos a importância de repudiarmos os comentários psicofóbicos que ultrapassam a esfera do Big Brother Brasil e que atingem pessoas com autismo, bem como seus cuidadores. Por vezes, as pessoas usam as características do Transtorno do Espectro Autista (TEA) na tentativa de diminuir a Milena. Afinal, o autismo não define limites, define singularidades. Pessoas autistas não precisam caber em moldes, precisam de respeito, acesso e escuta. Elas têm sonhos, desejos, talentos e uma vida inteira para viver do jeito delas. Psicofobia é crime!”.
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