A falha na transmissão ao vivo da Record News no YouTube, na terça-feira (29), exibiu mensagens misteriosas e imagens antigas. O caso ganhou repercussão e se transformou em uma oportunidade de divulgação para a emissora. Em vídeo nas redes sociais, o apresentador Rafael Algarte, do News das 19h, comentou o episódio e aproveitou a visibilidade para destacar os diferenciais do canal de notícias.
Durante o News das 19h, por volta das 19h33, o sinal transmitido pelo YouTube foi subitamente interrompido por imagens em preto e branco, frases enigmáticas em inglês e símbolos repetitivos, como o número “333”. O conteúdo, que chamou atenção do público e gerou especulações nas redes sociais, não afetou as transmissões pela TV aberta ou por assinatura. Na Claro TV, por exemplo, a emissora exibiu normalmente a reportagem sobre um assassinato em Nova York, enquanto o YouTube mostrava as imagens fora do padrão.
“Você deve ter visto por aí um vídeo que viralizou nas últimas 24 horas sobre uma suposta invasão hacker no YouTube da Record News”, disse Rafael no início da gravação. Ele explicou que a interferência foi restrita ao sinal da plataforma de vídeos, confirmando o que a emissora havia divulgado anteriormente em nota oficial.
Durante o vídeo, o jornalista reforçou que a Record News mantém um canal com mais de 4 milhões de inscritos no YouTube e que é o único canal de notícias da TV aberta no Brasil. Além disso, destacou a liderança de audiência entre os canais do gênero, a ampliação da rede de afiliadas e o investimento em conteúdos como documentários, reportagens e a cobertura do futebol feminino, incluindo o Paulistão Feminino.
“A gente está transmitindo o Paulistão Feminino para o país todo. Recentemente, ampliamos nossa rede de afiliadas, com novos canais no Maranhão, em Minas e também em Goiás”, acrescentou Rafael. Em São Paulo, o canal pode ser sintonizado no número 42.
O apresentador encerrou a gravação ao prometer que divulgará mais informações sobre a falha assim que possível e aproveitou para reforçar o convite ao público: acompanhar a programação da emissora gratuitamente, tanto pela TV quanto pelas plataformas digitais.
O episódio, que inicialmente gerou estranhamento e viralizou nas redes, acabou servindo como vitrine para que a RECORD promovesse seu conteúdo jornalístico e sua estrutura de distribuição em todo o país.
Assista ao vídeo:
