O SBT News foi reconhecido, pelo quinto ano consecutivo, como a marca de jornalismo mais confiável do Brasil, segundo o Digital News Report 2025, divulgado nesta terça-feira (17). O Instituto Reuters, em parceria com a Universidade de Oxford, conduz o estudo e analisa a credibilidade da imprensa em 46 mercados ao redor do mundo.
Entre as 15 marcas jornalísticas avaliadas no Brasil, o SBT News alcançou o maior índice de confiança, com 64%, e também registrou o menor índice de desconfiança, com apenas 15%. Em relação ao levantamento anterior, publicado em 2024, houve crescimento de 2 pontos percentuais na confiança e redução de 2 pontos na desconfiança.
Os pesquisadores realizam a pesquisa por meio de enquetes online, utilizando amostras representativas da população de cada país. A metodologia considera variáveis como idade, gênero e localização, garantindo equilíbrio nos dados com base em parâmetros censitários. O estudo ressalta ainda que a seleção das marcas avaliadas é estratégica, e não representa a totalidade do mercado jornalístico de cada nação.
Confira a pesquisa
Opinião pública sobre confiança em marcas Brasil
Apenas as marcas abaixo foram incluídas na pesquisa. A lista não deve ser tratada como um ranking das marcas mais ou menos confiáveis, pois não é exaustiva.
Fonte: https://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/
Cenário desafiador na audiência do SBT
Apesar do reconhecimento internacional, o cenário interno de audiência para o jornalismo do SBT é mais desafiador. A emissora ocupa atualmente a terceira colocação no ranking de audiência nas praças de Grande São Paulo, Rio de Janeiro e no Painel Nacional de Televisão (PNT). Assim, a preferência do público continua maior entre a líder Globo e a segunda colocada, a RECORD.
Em determinados horários, a Band ameaça o SBT, especialmente no final da tarde e início da noite, quando os telejornais disputam ponto a ponto. O principal noticiário do canal, SBT Brasil, costuma registrar médias entre 3 e 4 pontos de audiência, competindo nos décimos com o Jornal da Band.
